Opinião
Para que a reciclagem de fato cumpra seu papel ambiental e social, é preciso encarar os problemas estruturais em coleta, separação, e destinação adequada, que impedem seu avanço, alerta o especialista Irineu Bueno Barbosa Junior, CEO da Cirklo, uma das maiores empresas de reciclagem de PET da América Latina.
Em artigo, Roberto Muniz, diretor de Relações Institucionais da CNI, defende que a transição para uma economia de baixo carbono ocorra de forma integrada, previsível e orientada por critérios técnicos. Assinala que os planos estaduais de mitigação dos efeitos das mudanças climáticas precisam dialogar com o Plano Clima.
Em 2021, o anúncio de que as mineradoras reunidas no Conselho Internacional de Mineração e Metais (ICMM), tinham se comprometido a neutralizar suas emissões antes de 2050 foi recebido com alegria e ceticismo. Os compromissos firmados vêm avançando, assinala Fausto Almeida, diretor de Mineração da ABB para América Latina.
As periferias urbanas brasileiras estão entre os territórios mais expostos aos efeitos das mudanças climáticas. A ocupação densa, o predomínio de solo impermeável são fatores que favorecem as enchentes. Nesse contexto, as Soluções Baseadas na Natureza ocupam posição central no debate sobre adaptação urbana, afirma a arquiteta e urbanista Dayse Vital.
O principal desafio das cidades brasileiras diante da crise climática não é a escassez de diagnósticos, planos ou estratégias, mas demanda em transformar esse conhecimento acumulado em ações concretas no território. Quem afirma é a arquiteta Mariana Pontes, diretora-presidente da Agência Recife para Inovação e Estratégia (ARIES).
À medida que 2025 se aproximava do fim, empresas brasileiras tiveram uma oportunidade estratégica rara: usar esse momento de transição não apenas para fechar balanços, mas para redefinir o modo como tratam energia, eficiência e resiliência, assinala Jamil Mouallem, da TS Shara. A preparação para 2026 começa no ponto em que o futuro exige clareza.
Pela primeira vez na história, uma capital de estado na Amazônia – Belém -, vai sediar uma edição da COP, reunindo os países signatários da Convenção das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima. Mais do que cobrar o Brasil, a comunidade internacional precisa dividir a conta: responsabilidade global, custo global, propõe Samuel Hanan neste artigo.
A força de marca é colocada em cheque a toda hora; as empresas são julgadas pelo que produzem e forma como se posicionam. Mas podem elevar em até 20% a sua valorização com práticas ESG consistentes, assinala a jornalista Silvana Piñeiro, especialista em Comunicação para ESG. Ela faz alertas sobre ganhos e perdas quando o assunto é sustentabilidade.
Com a popularização de temas relacionados à sustentabilidade, é impossível falar de estratégia empresarial sem considerar os impactos deste âmbito. O avanço das práticas de ESG (ambiental, social e governança) trouxe para o centro do debate não apenas a relação das empresas com o meio ambiente, assinala a especialista Sharon Haskel Koepsel.
No Dia da Amazônia, celebrado em 5 de setembro, o mundo volta sua atenção para a maior floresta tropical do planeta, um ativo inestimável na luta contra as mudanças climáticas e na conservação da biodiversidade. No entanto, sua importância vai muito além do papel ecológico. A floresta tropical é um motor econômico vital.
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