Amazônia
Vivo e re.green fazem parceria para restaurar área crítica na Amazônia
A Vivo, empresa líder em sustentabilidade no Brasil e a re.green, referência na restauração ecológica em escala, firmaram parceria inédita para a restauração e regeneração de áreas degradadas na floresta amazônica oriental, pelos próximos 30 anos, chamada de Floresta Futuro Vivo. A iniciativa será desenvolvida na área conhecida como Mosaico Gurupi–Turiaçu.
Desmatamento explica 75% da perda de chuvas na Amazônia, diz estudo
A maior floresta tropical do mundo está mais quente e menos chuvosa. De acordo com um estudo publicado na Nature Communications, o agente central por trás dessas transformações é o desmatamento. Aproximadamente 75% da redução das chuvas e 16,5% do aumento da temperatura estão ligados à perda de cobertura florestal.
Estudo da Fiocruz aponta danos da contaminação da Amazônia por plásticos
Um estudo coordenado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, aponta contaminação por resíduos plásticos na Amazônia. A pesquisa revela impactos em ambientes aquáticos e terrestres, além de potenciais danos à saúde humana, entre comunidades ribeirinhas e indígenas.
Em 40 anos, Amazônia perdeu área de vegetação do tamanho da França
A forma como o ser humano ocupou a Amazônia nos últimos 40 anos compromete a capacidade de a maior floresta tropical do mundo contribuir para o equilíbrio do planeta. Uma análise dos dados da série histórica do Mapbiomas sobre o uso do solo, divulgada nesta segunda-feira (15), revela que entre 1985 e 2024, o bioma perdeu 52 milhões de hectares de vegetação nativa.
Desmatamento causa 74% da redução das chuvas e eleva temperatura na Amazônia
O desmatamento da Amazônia brasileira é responsável por cerca de 74,5% da redução de chuvas e por 16,5% do aumento da temperatura do bioma nos meses de seca. Pela primeira vez, pesquisadores conseguiram quantificar os impactos da perda de vegetação e das mudanças climáticas globais sobre a floresta.
Pesquisa mede impacto de mudanças do clima e desmatamento na Amazônia
O período de estiagem na Amazônia brasileira está mais severo e a temperatura da floresta aumentou 2 graus entre 1985 e 2020, segundo estudo liderado por cientistas da Universidade de São Paulo. A análise revisou 35 anos de dados. O desmatamento é responsável por 74,5% da redução de chuvas e 16,5% do aumento da temperatura do bioma nos meses de seca.
Secas frequentes reduzem capacidade da Amazônia de recircular água
A extensão das áreas afetadas e a duração da estação seca na Amazônia aumentaram nas últimas décadas. Esse quadro, combinado com a recorrência de extremos de temperatura, como as ondas de calor que atingiram a região em 2020, além do desmatamento e o uso de fogo, tem elevado o estresse hídrico das árvores.
BNDES libera R$ 80 milhões para reflorestamento na Mata Atlântica e Amazônia
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) liberou R$ 80 milhões do Fundo Clima para empresa brasileira re.green reconstruir áreas degradadas na Amazônia e Mata Atlântica. Especializada em restauração florestal em larga escala, a re.green foi a primeira empresa a firmar um contrato de financiamento por meio do Fundo Clima.
Em visita de Biden à Amazônia, EUA formalizam apoio à conservação da floresta
O governo dos Estados Unidos anunciou neste domingo (17) a consolidação de um pacote de ajuda a iniciativas de conservação da Amazônia, como parte de seu programa nacional de combate às mudanças climáticas. O presidente americano Joe Biden visitou Manaus neste domingo. Foi a primeira visita de um presidente norte-americano à Amazônia.
Degradação de florestas na Amazônia bate recorde mensal em setembro
A degradação florestal na Amazônia Legal atingiu 20.238 quilômetros quadrados (km²) em setembro de 2024, o que equivale a mais de 13 vezes a área da cidade de São Paulo. O número representa um aumento de 1.402% em relação a setembro de 2023. Os dados de desmatamento na Amazônia são monitorados por imagens de satélite.
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