Sustentabilidade: Dow implementa Conselho ESG para a América Latina
Publicado em 08/03/2024 às 17:13 edição Lenilde Pacheco
Propósito é acelerar os avanços da Dow em iniciativas relacionadas ao ESG - Foto: Divulgação
As práticas ESG são parte importante da estratégia de negócios da Dow para entregar um futuro mais sustentável para o mundo por meio de sua expertise em ciência dos materiais. Agora, a empresa reforça o compromisso com o desenvolvimento sustentável e lança seu primeiro Conselho ESG para a América Latina. A iniciativa chega com o propósito de acelerar os avanços da companhia em ações relacionadas à agenda verde na região.
As prioridades são a busca por alinhamento entre as ações relacionadas ao ESG realizadas por diferentes negócios e áreas, visando aproveitar as sinergias potenciais; fomento às iniciativas relacionadas ao ESG que possam se beneficiar do apoio do conselho de ESG para avançar e a promoção da visibilidade, interna e externamente, de projetos e iniciativas impactantes relacionados ao ESG.
“O tema ESG tem prioridade máxima para a Dow e o Conselho terá a função de direcionar, de maneira ainda mais estratégica, as ações da companhia na América Latina. Vamos continuar evoluindo na integração e potencialização de iniciativas que estejam alinhadas às transformações que podemos gerar, influenciando parceiros e colaboradores, e conquistando resultados que sejam cada vez mais assertivos”, explica a executiva Claudia Schaeffer, Diretora Global de Negócios para Energia e Mudanças Climáticas da Dow e presidente do Conselho ESG.
Formado por uma equipe multidisciplinar com representantes de vários negócios e funções, o Conselho conta com o apoio e validação de lideranças regionais e globais engajadas em ESG na Dow. A composição do Conselho tem como sponsors os executivos Andre Argenton, Chief Sustainability Officer e vice-presidente de EH&S; e Javier Constante, Presidente da Dow América Latina e Dow Brasil. Na posição de presidente está Claudia Schaeffer, Diretora Global de Negócios para Energia e Mudanças Climáticas da Dow; e o vice-presidente é Edilson Machado, Diretor de Marketing do Negócio de Poliuretanos para a América Latina. Outros dezessete executivos complementam o board do Conselho.
Como vice-presidente, Edilson Machado está à frente da equipe que irá liderar as iniciativas em duas linhas de trabalho – “Inovação & Crescimento” e “Biodiversidade & Água”, e duas linhas fundamentais – “Educação & Desenvolvimento de Pessoas” e “Comunicação & Política”. “Esses quatro pilares envolvem áreas-chaves para que a Dow alcance sua ambição de ser a empresa de ciência dos materiais mais inovadora, sustentável e inclusiva do mundo. A partir de um trabalho ainda mais integrado vamos conseguir não apenas gerar um impacto positivo na comunidade e no meio ambiente, mas posicionar a Dow como referência em um pensamento voltado para a sustentabilidade, ou seja, como líder na construção de soluções colaborativas e que contribuam para preservar a biodiversidade, proteger o clima e transformar a utilização de resíduos, ao mesmo tempo em que impulsionam o crescimento dos negócios”, analisa.
Sobre a Dow
A Dow é uma das principais empresas mundiais de ciência dos materiais, atendendo a clientes em mercados de alto crescimento, como de embalagens, infraestrutura, mobilidade e aplicações de consumo. Opera fábricas em 31 países e emprega aproximadamente 35.900 pessoas. Em 2023, a companhia entregou aproximadamente US$ 45 bilhões em vendas. Menções a “Dow” e/ou a “Companhia” referem-se à Dow Inc. e às suas subsidiárias. Saiba mais sobre nós e nossa ambição de sermos a empresa de ciência dos materiais mais inovadora, centrada no cliente, inclusiva e sustentável do mundo acessando o site da Dow.
Presente na Bahia há mais de 40 anos, a Dow opera no estado o único Complexo Industrial na América Latina capaz de produzir óxido de propeno e propileno glicóis. A operação de sal-gema, na Ilha de Matarandiba, está interligada à fábrica de Aratu, formando um complexo com três unidades operacionais: as fábricas de cloro-soda, óxido de propeno e propilenoglicol, além de um terminal marítimo, que movimenta navios de cargas para os mercados brasileiro, dos Estados Unidos, Ásia, Europa e demais países da América Latina. Os produtos manufaturados em Aratu são indispensáveis para as indústrias de colchões, eletrodomésticos, construção, tintas, farmacêutica, higiene pessoal, cosméticos e aditivos alimentares, entre outros segmentos. A companhia gera cerca de 1.000 empregos diretos na localidade.