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Na COP30, Braskem reforça compromisso com iniciativas sustentáveis

Publicado em 23/10/2025 às 08:07 edição Lenilde Pacheco


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Gustavo Checcucci: descarbonização da indústria química, inovação e neutralidade climática - Foto: Divulgação

Uma das maiores empresas de biopolímeros do mundo, a Braskem participa da COP30, entre os dias 10 e 21 de novembro, no Pará, com o propósito de reafirmar seu papel como agente de transformação rumo a um modelo industrial mais sustentável, inovador e de baixo carbono. Em um contexto global que exige urgência na transição para economias neutras em emissões, a Braskem chega à Conferência do Clima com o desafio de mostrar como a indústria química pode ser parte ativa das soluções. A empresa vem investindo em tecnologias limpas, economia circular, e matérias-primas renováveis, destacando a produção de biopolímeros a partir da cana-de-açúcar — um exemplo de como ciência e sustentabilidade podem caminhar juntas em escala industrial.

Mais do que uma vitrine institucional, a COP30 oferece à Braskem um espaço estratégico para construir pontes entre governos, empresas e sociedade civil, impulsionando políticas que promovam inovação, reciclagem avançada e redução da pegada de carbono em toda a cadeia produtiva. Nesse cenário, a presença da companhia reforça o papel do Brasil como líder global em bioeconomia e transição justa, com capacidade de alinhar crescimento econômico à preservação ambiental.

Na primeira semana da Conferência, a companhia vai participar das dicussões sobre temas como bioeconomia brasileira, carbono sustentável e caminhos para a descarbonização em painéis promovidos no espaço da Confederação Nacional da Indústria (CNI). No dia 13 de novembro, será abordado o papel da bioeconomia como vetor estratégico para a transição de baixo carbono, por meio do vice-presidente de Inovação e Desenvolvimento de Novos Negócios Sustentáveis, Antonio Queiroz. No dia seguinte, Gustavo Checcucci, Diretor de Energia e Descarbonização Industrial, irá compartilhar os caminhos da Braskem para a descarbonização da indústria química e o alcance da neutralidade climática com uso de soluções inovadoras.

Desenvolvimento sustentável

A Braskem considera o papel da bioeconomia estratégico para a descarbonização do país e, por isso, destacará na COP30 a importância do uso de matérias-primas de origem renovável na produção de químicos e materiais. A bioeconomia, integrada à indústria, permite a criação de novos ciclos sustentáveis de carbono, nos quais matérias-primas de origem renovável substituem insumos fósseis e impulsionam a transição para uma economia de baixo carbono.

Há mais de 15 anos, a companhia lidera globalmente a produção de biopolímeros, como o polietileno I’m green bio-based, um plástico renovável feito a partir do etanol da cana-de-açúcar. A planta absorve o CO2 da atmosfera à medida que cresce e esse dióxido de carbono é incorporado na resina plástica. Desde 2010, esse processo já possibilitou a absorção de 4,6 milhões de toneladas de CO₂, o que equivale às emissões de um carro ao dar 1 milhão de voltas completas em torno do planeta Terra.

A COP30 também será o momento para discutir a importância da existência de políticas públicas que aumentem a demanda por produtos mais sustentáveis e fortaleçam a oferta no mercado. “Será essencial que políticas públicas estimulem o uso crescente de renováveis, reduzam os custos de aquisição de biomassa e fomentem a pesquisa, a inovação e o desenvolvimento de materiais com conteúdo de base biológica”, explica Queiroz.

“A COP30 será uma oportunidade para formalizar os caminhos em direção ao desenvolvimento sustentável. Ampliar a oferta de bioprodutos, que contribuam para o enfrentamento das mudanças climáticas, e estabelecer um ambiente regulatório favorável são pontos fundamentais a serem discutidos neste momento”, diz Jorge Soto, diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem.

Outro destaque que a Braskem levará para o evento será a sua agenda de transição energética. A companhia conta com um Programa de Descarbonização Industrial e diversas iniciativas focadas em melhoria contínua, neutralização de carbono, eficiência energética, eletrificação e aumento da participação de fontes energéticas de baixo carbono.

“Desenvolvemos, em parceria com a Siemens Energy, o Projeto Vesta — uma planta de cogeração, no Polo Petroquímico do ABC, em São Paulo, que utiliza gás residual rico em hidrogênio para gerar energia elétrica e térmica com alta eficiência e confiabilidade, o que reduz o consumo energético e as emissões de carbono da operação”, afirma Checcucci. “Além disso, temos um projeto de biomassa, desenvolvido em parceria com a Veolia, que substitui as fontes fósseis por biomassa renovável para a geração de vapor na planta de Alagoas”, complementa.

SERVIÇO:
Painéis CNI | Braskem

Data: 13/11
Horário: 15h às 16h
Tema: Bioeconomia Brasileira e o Carbono Sustentável: De Recursos Renováveis à Liderança Industrial
Local: Blue Zone – Espaço da CNI

Data: 14/11
Horário: 15h às 16h
Tema: Caminhos para a Descarbonização da Indústria Química e o Alcance da Neutralidade Climática
Local: Blue Zone – Espaço da CNI

Sobre a Braskem

A Braskem é uma empresa petroquímica global, que oferece soluções sustentáveis da química e do plástico; possui um completo portfólio de resinas plásticas e produtos químicos para diversos segmentos, como embalagens alimentícias, construção civil, industrial, automotivo, agronegócio, saúde e higiene, entre outros. A companhia acredita que a inovação disruptiva é o único caminho possível para se estabelecer uma nova relação com o planeta, por isso, escolhe agir no presente, promovendo a circularidade do plástico e impulsionando a revolução dos materiais de base biológica. Com 40 unidades industriais no Brasil, EUA, México e Alemanha, exporta seus produtos para clientes em mais de 71 países por meio de seus 8.500 mil integrantes que atuam globalmente em um modelo de gestão que demonstra o compromisso com a ética, respeitando as normas de conformidade em todos os países.